» Craques da Portuguesa - Zé Maria

José Maria Rodrigues Alves nasceu em Botucatu, em 18 de maio de 1949. Começou a carreira na Ferroviária de Botucatu e foi contratado pela Portuguesa em 1967. Sua estreia foi num amistoso em Sorocaba, contra o São Bento. A Portuguesa perdeu por 1 a 0 e jogou com: Félix, Zé Maria, Estêvão, Ulisses e Augusto; Wilson Pereira, Paes e Ratinho; Leivinha, Sílvio (Ademar) e Valdir (Estéfano).

 

Em 23 de maio de 1967, na derrota de 3 a 2 para o Santos, uma partida amistosa, jogou com seus 2 irmãos: o lateral-esquerdo Gil e o atacante Tuta.

 

Fez seu primeiro jogo pela seleção brasileira em 20 de junho de 1968, na vitória de 6 a 3 sobre a Polônia, em Varsóvia. A seleção jogou com: Cláudio, Carlos Alberto (Zé Maria), Brito, Joel Camargo e Rildo; Gerson, Rivelino e Natal; Tostão, Jairzinho (Roberto Miranda) e Edu (Eduardo).

 

Em pé;: Guaraci, Paes, Zé Maria, Marinho Peres, Orlando e Américo. Agachados: Valdomiro, Basílio, Leivinha, Lorico e Rodrigues / Foto: Divulgação

 

Foi a única partida em que jogou enquanto esteve na Portuguesa. Foi campeão do mundo em 1970, mas, como reserva do capitão Carlos Alberto Torres, não disputou nenhuma partida.

 

No começo de 1970, acompanhou a Portuguesa numa excursão pela Bolívia. Destacam-se as vitórias de 12 a 0 sobre o Ferroviário de Oruro e os 6 a 0 sobre o Jorge Wilstermann, que foi sua última partida pela Portuguesa.

 

Após a Copa de 1970, numa conturbada negociação com o Corinthians, Zé Maria foi vendido, passando a ser conhecido como o "Super Zé".

 

Foi titular na Copa de 1974 e disputou 66 jogos pela seleção, 48 oficiais e 18 amistosos.

 

Chegou a jogar "showball" em Baltimore, nos EUA, e encerrou a carreira na Internacional de Limeira.

 

Análise Técnica

 

Cabeceio: regular.
Chute com o pé direito: forte e certeiro (era o cobrador de pênaltis do time).
Chute com o pé esquerdo: fraco.
Velocidade: era lento e pesado, mas, quando descia ao ataque, o fazia com decisão.
Habilidade: quase nenhuma. Destacava-se pelo vigor físico.
Posicionamento: disciplinado, marcava antes para apoiar depois.
Marcação: implacável, em um tempo em que para cada ponta-esquerda correspondia um lateral-direito.


Fonte: Site Extra Oficial da Lusa e Pelé Net

 

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