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César

 

O zagueiro César começou sua carreira nas categorias de base da Ponte Preta e em 1996 foi contratado pela Portuguesa.

 

Pela equipe do Canindé foi vice-campeão brasileiro em 1996 e foi convocado algumas vezes para a seleção brasileira.

 

Depois de três anos, foi vendido para o Paris Saint-Germain, pelo qual foi duas vezes vice-campeão.

 

Ainda na França, jogou pelo Rennes, clube que o emprestou ao Palmeiras no início de 2002.

 

Transferiu-se para o Corinthians no final do Campeonato Paulista de 2003, onde conquistou o título.

 

Conrado Ross

 

O uruguaio Conrado Ross foi o primeiro estrangeiro a jogar na Portuguesa, estreando na equipe no ano de 1923. A equipe da Portuguesa daquele ano era formada por: Mesquita, Fonseca, Avancini, Alberto, Conrado Ross, Arô, Filó, Perez, Bassani, Canhoto e Hugo.

 

Contemporâneo de craques como o goleiro Mesquita e o artilheiro Filó, Conrado Ross disputou ainda os Campeonatos Paulistas de 1924 e 1925.

 

Como técnico, dirigiu a Portuguesa na década de 40 e foi vice-campeão paulista de 1940, comandando a equipe formada por: Rodrigues, Pepino, Oswaldo, Alberto, Fausto, Barros, Guanabara, Charuto, Farah, Arthur e Carmo.

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Diogo

 

O atacante Diogo teve seu grande momento em 2007, quando conquistou o Campeonato Paulista da Série A2 e o terceiro lugar na Série B do Campeonato Brasileiro, que valeu o acesso para a Portuguesa. Neste ano, foi eleito "Craque do Campeonato Brasileiro da Série B".

 

Em 2007, foi o artilheiro da Portuguesa no Campeonato Paulista da Série A2 (9 gols) e do Campeonato Brasileiro da Série B (18 gols).

 

Diogo comemorando gol, durante um treinamento em 2007 / Foto: Globo Esporte

 

Diogo deixou à Portuguesa em 2008, após ser vendido para o Olimpiakos por 9 milhões de Euros. A maior contratação da equipe grega. Por lá Diogo virou 'Rei', foi recebido por centenas de torcedores no aeroporto, se tornou artilheiro e já foi campeão Grego em 2009.

 

Veja abaixo um vídeo com alguns gols de Diogo pela Portuguesa:

 

 

Edmur

 

Edmur jogou na Portuguesa durante a década de 1950 e conquistou o Torneio Rio-São Paulo de 1955, ano em que ainda foi o artilheiro da competição com 11 gols.

 

Pela seleção brasileira, conquistou a Taça Oswaldo Cruz em 1955.

 

Jogou no Vitória de Guimarães e na temporada 1959/60 tornou-se o primeiro estrangeiro a conquistar a "Bola de Prata", troféu entregue ao artilheiro do campeonato português.

 

Em 15 de dezembro de 2007, na celebração do 85º aniversário do Vitória de Guimarães, foi inaugurada a sala de troféus do clube, que recebeu o nome de "Sala Edmur Pinto Ribeiro", situada junto à entrada principal do Estádio D. Afonso Henriques. O então presidente do clube, Emílio Macedo, declarou se tratar de "Um testemunho real daqueles que serviam o Vitória". Na ocasião, o filho de Edmur ofereceu ao clube vimaranense a "Bola de Prata", que o já falecido atleta recebera enquanto estava ao serviço do Vitória.

 

Sidmar

 

Começou a carreira no São Paulo, no final dos anos 70, e em 1983, juntamente com o meia Éverton, foi envolvido em negociação com o Guarani, na qual o centroavante Careca veio para o Morumbi.

 

Depois de dois anos no Guarani, Sidmar transferiu-se para o XV de Piracicaba-SP, clube que defendeu até 1988, ano em que foi emprestado ao Bahia.

 

Disputou todo o Campeonato Brasileiro de 1988 como titular do Bahia, mas ficou fora das finais, substituído por Ronaldo. O seu contrato terminou e a Portuguesa comprou o seu passe no fim do empréstimo. Disputou o Campeonato Brasileiro de 1989 pela Lusa e realizou excelentes partidas, com defesas salvadoras que valeram a sétima colocação.

 

Em 1990, Sidmar acabou sendo contratado pelo Grêmio, que foi eliminado nas semifinais do Brasileiro pelo São Paulo. Dois anos depois, retornou ao XV de Piracicaba, e, em seguida, acertou sua ida para o Shimizu, do Japão, a pedido do técnico Émerson Leão. A equipe já contava com outros brasileiros no elenco: os zagueiros Ronaldão (ex-São Paulo) e Marco Antônio (ex-Ferroviária, Corinthians, Sport e Palmeiras), o meia Toninho (ex-Portuguesa e XV de Jaú) e Edu Manga (ex-Palmeiras).

 

Encerrou a carreira no Shimizu, onde trabalhou ainda como preparador de goleiros por oito meses.

 

Atualmente, Sidmar mora no Japão e trabalha para a Puma.

 

Agradecimento: A Maria Cristina Cabral Martinez, que enviou informações atualizadas sobre a presente ocupação de Sidmar.

 

Fonte: Site Extra Oficial da Lusa


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